Gula | Cuide-se para não Cair Nesse Mal

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Controle seus instintos.

Resistir à tentação de comer é uma das batalhas mais difíceis que há, principalmente para os amantes da comida que estão em alguma dieta. Porém, existem caminhos que podemos optar por percorrer, vencendo assim a nós mesmos em prol de uma decisão por uma vida mais saudável.

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O primeiro passo é justamente a decisão. Optar por uma dieta organizada, ou seja, mudança de hábitos, tanto alimentares, como físicos. Então, decida o que você quer. Respondendo a algumas simples perguntas.

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Quando? Ou em quanto tempo?
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Pois o desejo de comer é uma coisa, fome é outra. A causa do desejo é psicológica, e a da fome é a sensação de uma necessidade física. No desejo, focalizamos, às vezes, num só tipo de alimento, ou invadimos a geladeira durante a madrugada, e nessa hora qualquer alimento serve.
 

A necessidade de comer ou parar de comer varia de pessoa para pessoa. Tem gente que se sentem saciadas rapidamente e para elas é fácil se manter magras. “Geralmente as pessoas gordas estão acima do peso porque seus cérebros agem de maneira diferente.”
Segundo Stephen O’Rahilly, professor de bioquímica clínica e medicina da Universidade de Cambridge.

Variações no apetite têm ligação genética e podem ser medidas até em bebês. Um defeito genético chamado melanocortina-4 envolve a deficiência de um receptor que faz o cérebro não receber sinais de saciedade e tem sido estudado por cientistas.

Muitas vezes a vontade de comer está mais relacionada ao prazer de ingerir um alimento do que à necessidade de nutrição. Isso porque alguns alimentos são ligados às emoções e sensações de recompensa ou seja é uma relação emocional. Outra questão é que comemos mais quando estamos acompanhados e não nos concentramos no alimento, como quando assistimos TV durante a refeição, já que dessa forma não ouvimos os sinais internos de saciedade. Se você não presta atenção no sabor do alimento na boca, demora mais para que o cérebro registre a sensação de saciedade.

 
Podemos nascer com uma predisposição genética a ter um grande apetite, mas podemos treinar o cérebro para comer de maneira inteligente e em pequenas porções, dispensando os lanchinhos. Requer esforço, é difícil, mas com o passar dos dias o cérebro passa a entender melhor essas novas conexões. Se servir de pequenas porções e se livrar das sobras o quanto antes ajudam a manter as tentações distantes.

Outra dica é consumir alimentos ricos em água, pois eles têm menor densidade e maior capacidade de saciar o apetite. Alimentos com baixo índice glicêmico mantêm os níveis de insulina estáveis, evitando a fome. A proteína também ajuda a induzir um hormônio “anti fome” e é um aliado contra a gula.

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